• 02 de julho de 2025
  • JORNAL DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO
  • 141

Conabio aprova recomendação para atualizar listas nacionais de espécies ameaçadas de extinção

Nova relação será publicada pelo MMA no Diário Oficial da União em breve


Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), aprovou a recomendação para atualizar as listas nacionais de espécies ameaçadas de extinção na fauna e na flora. A deliberação ocorreu na 75ª reunião ordinária do colegiado, realizada nos dias 25 e 26 de junho, em Brasília. A nova relação deverá ser publicada pelo MMA, no Diário Oficial da União, em breve.


A participação da Conabio é relevante no processo de validação das listas, previamente a sua publicação, com o objetivo de dar publicidade ao processo, no âmbito da comissão, e, também, levantar eventuais dados e informações que eventualmente não tenham sido considerados nas avaliações de risco e que poderiam influenciar na categoria proposta.


As alterações foram propostas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), na reunião anterior, promovida em abril. A revisão incluiu, de forma inédita, a análise de 24 espécies de fungos, por parte do JBRJ. Saiba mais aqui


A atualização contou com contribuições do MMA; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA); do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), colegiado vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); e da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).


Também na reunião, foi definida a criação de um grupo de trabalho para debater a construção de uma estratégia nacional que priorize a conservação, restauração e uso sustentável dos campos naturais, ecossistemas presentes em todos os biomas brasileiros que são reconhecidos pela importância ecológica, econômica e social. A medida é fruto da articulação dos coordenadores de oito Planos de Ação Territoriais (PATs) implementados pelo Projeto Pró-Espécies, ação coordenada pelo MMA para reduzir as ameaças e melhorar o estado de conservação das espécies.


A reunião contou ainda com a apresentação dos resultados preliminares da auditoria operacional promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a meta 18 da Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb), que busca eliminar subsídios prejudiciais e aumentar incentivos positivos para a Biodiversidade, até 2030.


O relatório preliminar aponta a necessidade de se definir um arcabouço normativo que estabeleça as atribuições, responsabilidades e mecanismos de articulação, entre os diversos órgãos e níveis de governo, para a implementação desse compromisso. O documento identifica a Conabio como instância para elaboração desse plano de ação.


Os presentes também discutiram o Decreto 12.485/2025, que estabeleceu a nova Epanb, no dia 3 junho de 2025. O ato reconheceu a iniciativa como instrumento de planejamento para a implementação de medidas voltadas à conservação, recuperação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade, em alinhamento com os compromissos assumidos junto à Convenção sobre Diversidade Biológica, à Política Nacional da Biodiversidade e as recomendações da Comissão Nacional de Biodiversidade. Saiba mais 


Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), aprovou a recomendação para atualizar as listas nacionais de espécies ameaçadas de extinção na fauna e na flora. A deliberação ocorreu na 75ª reunião ordinária do colegiado, realizada nos dias 25 e 26 de junho, em Brasília. A nova relação deverá ser publicada pelo MMA, no Diário Oficial da União, em breve.


A participação da Conabio é relevante no processo de validação das listas, previamente a sua publicação, com o objetivo de dar publicidade ao processo, no âmbito da comissão, e, também, levantar eventuais dados e informações que eventualmente não tenham sido considerados nas avaliações de risco e que poderiam influenciar na categoria proposta.


As alterações foram propostas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), na reunião anterior, promovida em abril. A revisão incluiu, de forma inédita, a análise de 24 espécies de fungos, por parte do JBRJ. Saiba mais aqui


A atualização contou com contribuições do MMA; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA); do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), colegiado vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); e da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).


Também na reunião, foi definida a criação de um grupo de trabalho para debater a construção de uma estratégia nacional que priorize a conservação, restauração e uso sustentável dos campos naturais, ecossistemas presentes em todos os biomas brasileiros que são reconhecidos pela importância ecológica, econômica e social. A medida é fruto da articulação dos coordenadores de oito Planos de Ação Territoriais (PATs) implementados pelo Projeto Pró-Espécies, ação coordenada pelo MMA para reduzir as ameaças e melhorar o estado de conservação das espécies.


A reunião contou ainda com a apresentação dos resultados preliminares da auditoria operacional promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a meta 18 da Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb), que busca eliminar subsídios prejudiciais e aumentar incentivos positivos para a Biodiversidade, até 2030.


O relatório preliminar aponta a necessidade de se definir um arcabouço normativo que estabeleça as atribuições, responsabilidades e mecanismos de articulação, entre os diversos órgãos e níveis de governo, para a implementação desse compromisso. O documento identifica a Conabio como instância para elaboração desse plano de ação.


Os presentes também discutiram o Decreto 12.485/2025, que estabeleceu a nova Epanb, no dia 3 junho de 2025. O ato reconheceu a iniciativa como instrumento de planejamento para a implementação de medidas voltadas à conservação, recuperação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade, em alinhamento com os compromissos assumidos junto à Convenção sobre Diversidade Biológica, à Política Nacional da Biodiversidade e as recomendações da Comissão Nacional de Biodiversidade. Saiba mais aqui

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